Gavetas fechadas desde 2017, acordos lenientes e a porta giratória entre fiscais e o banco ajudam a explicar um rombo que hoje assombra o mercado financeiro.
Presidente defende prisão do adversário, relativiza anistia futura e faz declarações enquanto números fiscais e crises institucionais expõem contradições do discurso oficial.
Jerônimo Rodrigues tenta reduzir gravidade do caso, apesar de ligações do banqueiro com figuras centrais do partido e bilhões de recursos públicos envolvidos