Após a captura de Maduro, o presidente dos Estados Unidos sinalizou que a Colômbia pode entrar na mira de uma operação americana. Trump foi claro ao afirmar que “ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, numa referência explícita à tolerância com redes criminosas na região.
O aviso surge logo depois de Petro liderar um comunicado conjunto contra a ação militar na Venezuela, assinado por Brasil, Chile, México, Uruguai e Espanha. Não é coincidência. Petro figura entre os principais defensores do regime chavista no continente, enquanto a Colômbia abriga grupos como FARC e ELN — ambos citados nos indiciamentos contra Maduro por narcotráfico.
A mensagem é objetiva: quem protege narcotraficantes e se alinha a ditaduras passa a ser tratado como parte do problema. Lula, signatário do mesmo texto, também deveria tomar nota. O mundo mudou. E quem escolhe o lado errado inevitavelmente paga o preço.