Reportagem da Folha de S.Paulo mostra que Fábio Luís Lula da Silva utilizou, em fevereiro de 2025, um jato particular pertencente ao advogado Otto Medeiros, responsável por sua defesa em investigações anteriores. O voo partiu de Brasília com destino ao aeroporto Catarina, em São Roque.
O caso ganha relevância pelo histórico: o advogado atuou na defesa de Lulinha em apurações da Operação Lava Jato, que acabaram anuladas. Paralelamente, o empresário segue sendo alvo de apuração pela Polícia Federal do Brasil em outro contexto investigativo.
A defesa afirma que o deslocamento foi pontual e de caráter privado, ressaltando que Lulinha não ocupa cargo público. Ainda assim, a revelação reacende discussões sobre relações entre investigados e seus representantes legais, especialmente quando envolvem estruturas e benefícios de alto valor.