Parentes de condenados, advogados e investigados pelos atos de 2023 estarão nas eleições de 2026 com foco no debate sobre anistia e decisões do STF.

Candidaturas ligadas ao 8 de Janeiro entram na disputa por vagas no Congresso

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Candidaturas ligadas ao 8 de Janeiro entram na disputa por vagas no Congresso
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Os desdobramentos dos atos de 8 de janeiro de 2023 seguirão presentes nas eleições de 2026. Diversos candidatos ligados direta ou indiretamente ao episódio disputarão vagas na Câmara dos Deputados e no Senado, tendo como principal pauta a anistia aos condenados e críticas às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).

Entre os nomes estão Cláudia Rodrigues, irmã de Débora Rodrigues, a "Débora do Batom"; Luíza Cunha, filha de Cleriston Pereira da Cunha, o "Clezão"; os advogados Sebastião Coelho, Jeffrey Chiquini, Matheus Milanez e Carolina Siebra; além de Mariana Naime, esposa do coronel Jorge Naime, e do jornalista Marcos Vanucci e do cientista político Gennaro Vela, que responderam a processos relacionados aos atos.

O tema ganhou força após o Congresso derrubar o veto à Lei da Dosimetria, que altera critérios para as penas dos condenados. A norma, porém, teve seus efeitos suspensos pelo ministro Alexandre de Moraes até análise definitiva do STF.

Especialistas avaliam que o tema deve permanecer entre os principais debates da campanha eleitoral de 2026.