Fechamento de agências expõe o fracasso de uma estatal monopolista

Correios à deriva: Prejuízos e má gestão na era Lula

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Correios à deriva: Prejuízos e má gestão na era Lula
Agência Brasil

Os Correios, única empresa autorizada a oferecer serviços postais em todo o território nacional, anunciaram o fechamento de 38 agências, evidenciando a incapacidade de uma estatal monopolista de manter suas operações viáveis. Sob o pretexto de “redução de custos”, a medida ocorre mesmo com aumento das receitas dessas unidades, que passaram de R$ 76 milhões em 2023 para uma projeção de R$ 108 milhões em 2024. A justificativa? Um inexplicável "cenário de dificuldades financeiras".

A gestão atual, sob Fabiano Silva dos Santos, aliado direto do presidente Lula e próximo ao deputado Zeca Dirceu, é alvo de críticas por decisões controversas e falta de diálogo. Os prejuízos refletem não apenas erros administrativos, mas também o uso político da estatal, que há décadas serve como moeda de troca entre aliados, sacrificando sua eficiência.

Como pode uma empresa monopolista, sem concorrentes, operar no vermelho? O modelo estatal ineficaz não apenas prejudica os trabalhadores, mas também penaliza o cidadão, que paga caro por um serviço cada vez mais deficiente. É hora de repensar os Correios antes que a estatal sucumba ao peso de sua própria incompetência.

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