Procurador-Geral argumenta que conduta do tenente-coronel se configura como incitação e não como liderança de organização criminosa

Gonet sugere redução de punição a Ronald Ferreira por participação reduzida

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Gonet sugere redução de punição a Ronald Ferreira por participação reduzida
 Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Procurador-Geral Paulo Gonet defendeu que a conduta de Ronald Ferreira seja considerada como incitação ao crime, e não como participação plena em suposto golpe de Estado. O tenente-coronel é acusado de tentativa de abolição violenta do Estado e organização criminosa armada.

Durante o julgamento do núcleo 3 dos chamados “kids pretos”, nesta terça-feira (11), Gonet leu as alegações finais da PGR e argumentou que Ronald teve participação limitada. Ele assinou carta para pressionar comandantes das Forças Armadas e compartilhou link de petição online para mais de 70 pessoas, mas, segundo o procurador, “não foram reunidos elementos que atestem vinculação aprofundada com a organização”.

O posicionamento da PGR visa diferenciar níveis de envolvimento entre os acusados, sugerindo desclassificação da conduta de Ferreira e eventual redução da penalidade.

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