Critérios para credenciamento de missões estrangeiras voltam ao centro do debate sobre transparência eleitoral.

Restrição a observadores internacionais levanta questionamentos sobre eleições de 2026

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Restrição a observadores internacionais levanta questionamentos sobre eleições de 2026
EBC

O debate sobre a presença de observadores internacionais nas eleições de 2026 ganhou força após relatos de que a Eurolat não recebeu credenciamento para acompanhar o processo eleitoral brasileiro. Segundo a entidade, apenas missões convidadas pelo TSE podem atuar oficialmente.

O caso reacendeu críticas aos critérios adotados pelo tribunal. Para os questionamentos, quanto maior a transparência e a participação de observadores independentes, maior tende a ser a confiança no processo eleitoral. O episódio também ocorre após o Itamaraty negar vistos a funcionários americanos que pretendiam discutir temas ligados às eleições e à liberdade de expressão.