Acusados enfrentam processos politizados com base em narrativa de “fake news” fabricada pela própria corte

STF inicia julgamento de réus do chamado “núcleo de desinformação”

· 1 min de leitura
STF inicia julgamento de réus do chamado “núcleo de desinformação”
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal iniciou, nesta segunda (14), o julgamento de sete réus ligados ao chamado “núcleo de desinformação”, acusado pela Procuradoria-Geral da República de integrar uma suposta trama golpista.

Entre os nomes estão o major Ailton Barros, o engenheiro Carlos Rocha, do Instituto Voto Legal, o coronel Reginaldo Abreu e o agente da PF Marcelo Bormevet.

Os acusados respondem por cinco crimes entre eles “golpe de Estado” e “organização criminosa armada”, mas juristas apontam a fragilidade das provas e a politização do processo.

O STF, que há anos centraliza julgamentos de viés ideológico, tenta sustentar a tese de que houve uma “estrutura estatal para intimidar opositores”, baseando-se em interpretações amplas e sem comprovação material.

O caso reacende críticas à atuação da Suprema Corte, acusada de agir como parte interessada nos processos que envolvem seus próprios críticos.

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